O Mundo Se Encontra em Nova Petrópolis: Conheça as atrações do 53º Festival Internacional de Folclore

O Mundo Se Encontra em Nova Petrópolis: Conheça as atrações do 53º Festival Internacional de Folclore

A partir desta quinta-feira, 16 de julho, a Rua Coberta de Nova Petrópolis se transforma no epicentro da diversidade cultural com a abertura do 53º Festival Internacional de Folclore. O evento, que segue até o primeiro final de semana de agosto, promete encantar moradores e turistas com uma programação intensa e entrada gratuita.

Nesta edição, o público terá a oportunidade de embarcar em uma verdadeira viagem pelo planeta sem sair da Serra Gaúcha. O festival reunirá 8 grupos internacionais, 5 nacionais e 5 regionais (do Rio Grande do Sul), celebrando a identidade, a história e a arte de diferentes povos por meio da música, da dança e de trajes típicos.

Confira, a seguir, os grupos que subirão ao palco nesta grande celebração da paz e da tradição:

 

Grupos Internacionais

A pluralidade global estará representada por companhias que cruzam fronteiras para compartilhar suas raízes ancestrais:

  • Amanecer Peruano (Peru): Com 26 anos de trajetória e um elenco de 30 artistas, a associação resgata e difunde a riqueza e a autenticidade das danças tradicionais peruanas.
  • Ballet de Arte Folclórico Argentino – BAFA (Argentina): Fundado em 1966, o renomado grupo reúne cerca de 40 integrantes entre bailarinos e músicos, apresentando um espetáculo envolvente com canções e danças típicas das diversas regiões argentinas.
  • Ballet Folclórico Asiri (Equador): Sob a direção de Bryan Páez, a jovem e disciplinada companhia conta com 50 dançarinos dedicados a levar ao palco a diversidade cultural equatoriana.
  • Ballet Folklórico Real de Jalisco (México): Famoso por seus trajes vibrantes, coreografias enérgicas e o tradicional sapateado, o grupo exalta a herança folclórica do estado de Jalisco e do ocidente mexicano.
  • Firqat Al Arz (Argentina/Líbano): Sediada na Argentina e fundada em 1999, a companhia possui 21 bailarinos profissionais altamente qualificados que promovem com excelência a música e as danças tradicionais libanesas.
  • Takina I Te Ahi (Chile): Traduzido como “Canção e Fogo”, o grupo independente é inspirado na cultura Rapanui, preservando com autenticidade as tradições e raízes ancestrais da Ilha de Páscoa.
  • Tautas Deju Ansamblis Vektors (Letônia): Na estrada desde 1958, o imponente grupo conta com mais de 80 dançarinos que adaptam coreografias tradicionais bálticas para o palco internacional.
  • The Volya Ukrainian Dance Ensemble (Canadá): Sediado em Edmonton e celebrando 30 anos de história, o grupo adota a palavra ucraniana para “liberdade” (Volya) como filosofia, encantando plateias com coreografias ucranianas inovadoras e físicas.

 

 

 

Grupos Nacionais

O mosaico cultural brasileiro ganha vida com representantes de diferentes estados, mostrando a força das manifestações populares do país:

  • Balé Popular Terras Potiguares (Rio Grande do Norte): Vindo de Passa e Fica, o grupo de pesquisa folclórica conta com 42 dançarinos que misturam dança, música e teatro para exaltar o tesouro cultural do Nordeste.
  • Cia de Danças Populares Txai (Ceará): Fundada em 1999, a companhia prega o significado de sua alcunha (“mais que amigo, mais que irmão”) através de espetáculos marcantes e projetos de inclusão social em comunidades vulneráveis.
  • Grupo de Cultura Os Cariris (Paraíba): Desde 1988 na cidade de Taperoá, o grupo une teatro, poesia e música para levar aos palcos ritmos nordestinos clássicos como o Xote, Xaxado, Baião, Frevo e a tradicional Araruna.
  • Grupo Sarandeiros (Minas Gerais): Criado em 1980 e atualmente dirigido pelo coreógrafo e professor da UFMG Gustavo Côrtes, o grupo já viajou por mais de 20 países apresentando a riqueza coreográfica de todas as regiões do Brasil.
  • Hügelmänner Plattler (Espírito Santo): Os “Homens das Colinas” vêm de Domingos Martins para apresentar o vigor do Schuhplattler, estilo folclórico germânico marcado por batidas sincronizadas de mãos e sapatos, preservando o legado dos colonizadores da região capixaba.

 Grupos do Rio Grande do Sul

Os donos da casa trazem ao festival a união das tradições gaúchas com a forte herança dos imigrantes que ajudaram a construir a identidade do estado:

  • Cadica Danças e Ritmos (Porto Alegre): Sob o comando de Cadica Costa, o grupo revolucionou os palcos com o pioneirismo do “Flamenco Gaúcho”, uma fusão artística, técnica e emocionante entre a cultura espanhola e o folclore do pampa.
  • Folclore Ucraniano Solovey (Canoas): Há 35 anos, jovens descendentes e simpatizantes preservam a memória de seus antepassados através da energia contagiante das danças, do canto e do artesanato típico ucraniano.
  • Grupo Folclórico Polônês Auresovia (Áurea): Com uma história quase centenária iniciada de forma informal em 1930, o grupo conta hoje com 65 dançarinos divididos em várias gerações para manter vivas as tradições polonesas no Sul do país.
  • Grupos Hayat e Heluwa (Ijuí): Representando o Centro Cultural Árabe de Ijuí, o grupo Hayat celebra 29 anos unindo técnica e expressividade ao fundir a dança do ventre com manifestações folclóricas árabes milenares.
  • Sentinela Folk – CTG Sentinela da Querência (Santa Maria): Sob o lema “Como o quero-quero, sempre alerta pelo Rio Grande”, o CTG fundado em 1984 traz o seu departamento Folk para cultuar as danças tradicionais e a história das diversas etnias colonizadoras do estado.

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Redação

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